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"Resultado da busca por: tratamento dor de cabeça"


Cefaleia Tensional - Dor de Cabeça

Em 22/08/2016

 A cefaleia tensional é geralmente uma dor difusa, de leve a moderada intensidade na sua cabeça, muitas vezes descrita como a sensação de uma faixa apertando o crânio. A cefaleia tensional é o tipo mais comum de dor de cabeça, e suas causas não são bem compreendidas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia, cerca de 38% a 74% dos brasileiros sofrem com cefaleia tensional.

A cefaleia tensional pode ser episódica (menos de 15 dias por mês) ou crônica (mais de 15 dias por mês). As dores de cabeça podem durar entre 30 minutos e vários dias.

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A cefaleia tensional é o tipo mais comum de dor de cabeça, e suas causas não são bem compreendidas.

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DTM EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Em 16/08/2016

 Criança também pode ter DTM?

Sim. Crianças e adolescentes também podem apresentar sinais e sintomas de DTM/DOF, apesar de ser uma condição mais rara nessa faixa etária. No entanto, uma pesquisa epidemiológica recente sugere que uma porcentagem significativa de crianças (cerca de 35%) possui pelo menos um sinal de DTM/DOF. Os sinais e sintomas de DTM principalmente em pacientes na fase de crescimento e desenvolvimento são transitórios (vem e voltam), flutuantes (tem fase que piora e fase que melhora) e auto limitantes (podem desaparecer sem que haja tratamento), mas mesmo assim podem apresentar efeitos negativos sobre a qualidade de vida.
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Dor Orofacial - Dor de cabeça - cefaleia

Em 08/08/2016

 Dor Orofacial, por definição, é toda a dor associada a tecidos moles e mineralizados (pele, vasos sanguíneos, ossos, dentes, glândulas ou músculos) da cavidade oral e da face.

As condições clínicas mais frequentemente associadas a dor orofacial são dores de dentes e de tecidos periodontais, disfunção temporomandibular (muscular ou articular), neuralgias, tumores, trauma, tecidual, doenças autoimunes, etc. 

Usualmente essa dor pode ser referida da região da cabeça e/ou pescoço ou mesmo estar associada à cervicalgias, cefaleias primárias, fibromialgia e doenças reumáticas como artrite reumatóide.

Se você suspeita que apresenta DTM ou outra condição de Dor Orofacial, procure um Cirurgião Dentista especialista em DTM e Dor Orofacial, que é a especialidade odontológica que cuida destas e de outras dores da face.

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Neuralgia do Trigêmeo

Em 08/08/2016

 Tenho uma dor que me incomoda diariamente a face do lado esquerdo. Posso estar sofrendo de neuralgia do trigêmeo?

Neuralgia do trigêmeo é uma dor neuropática (lesão de algum ramo do nervo trigêmeo), episódica (não constante), normalmente paroxística (dores tipo choque elétrico ou lancinantes que ocorrem em crises e desaparecem). Essas dores são tipicamente precipitadas por estímulos não dolorosos como lavar, tocar levemente a face, barbear, fumar, falar e escovar os dentes, podendo inclusive ocorrer espontaneamente sem nenhum estímulo . Geralmente os paroxismos são intensosmas de curta duração, perdurando por alguns segundos ou menos.

Afeta mais comumente a região da mandíbula e maxila. Sua prevalência estimada na população é de 100/1.000.000 no gênero masculino e 200/1.000.000 no feminino. Se você se enquadrar em alguns aspectos dessas condições, deverá procurar um especialista em DTM que fará o diagnóstico diferencial e, caso constate a possibilidade da occorrência da neuralgia do trigêmeo, o encaminhará para tratamento com um médico neurologista.

Mais algumas informações sobre neuralgia do trigêmeo:

Dor neuropática episódica mais comum na área orofacial, afeta a face unilateralmente umou mais ramos do Nervo Trigêmio;

O segundo ramo (Maxilar) e o terceiro (Mandibular) são mais comumente afetados. O primeiro (Oftálmico) é afetado em apenas 1 a 2% dos pacientes;

Não cruza a linha média da face, embora possa ocorrer bilateralmente em 3 a 5% dos pacientes;

Em alguns momentos, esses podem ocorrer sucessivamente e se “fundindo” gerando dor de longa duração, sendo relato comum nesses casos, a sensação de queimação de duração mais longa;

É marcada por períodos de remissão que duram de dias a anos, mas com a progressão da neuralgia os intervalos assintomáticos tendem a se tornar cada vez mais curtos, e a exacerbação se intensifica (ou as crises se tornam mais intensas…)

O exame neurológico tem resultado normal nestes pacientes;

A média de idade do estabelecimento da condição é de aproximadamente 50 anos, e a prevalência estimada em 107,5/1.000.000 no gênero masculino e 200,2/1.000.000 no feminino.

O paciente pode ser acometido de dores musculares concomitantemente na face pela contração que ocorre durante os paroxismos dolorosos.

No processo de diagnóstico da neuralgia do trigêmeo é importante excluir condições que possam colocar a vida do paciente em risco. O profissional responsável pelo diagnóstico diferencial e tratamento desta condição é o médico neurologista.

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Enxaquecas - O que devo saber?

Em 14/06/2016

 Mas afinal, o que é enxaqueca? Enxaqueca é uma doença crônica (doença crônica é aquela que têm data para começar mas não para terminar) que compreende um desequilíbrio químico no cérebro, envolvendo hormônios e substâncias denominadas peptídeos. Esse desequilíbrio resulta de uma série de outros desequilíbrios neuroquímicos (envolvendo substâncias denominadas neurotransmissores) e hormonais, desequilíbrios estes que, por sua vez, são decorrentes do estilo de vida e hábitos do portador da doença enxaqueca, e também de uma predisposição genética.

O resultado é uma série de sintomas que podem ir muito além da dor de cabeça. Por sinal, existem casos de crises de enxaqueca com muito pouca dor de cabeça ou até mesmo sem dor de cabeça, apenas com os demais sintomas como enjôo, visão embaçada, tonturas, alterações do humor, aversão à claridade, aura visual, sensorial ou motora (aura de enxaqueca compreende sintomas como perda parcial da visão, formigamentos, entre outros. Quer saber mais sobre aura? Então interrompa um pouco esta leitura e clique neste link agora mesmo para ler e assistir um vídeo sobre aura de enxaqueca e em seguida retorne aqui e em seguida clique neste link para ler e assistir um vídeo sobre enxaqueca sem aura)  etc. Geralmente porém, a dor de cabeça é o sintoma mais dramático da enxaqueca e sua intensidade, apesar de variável, na maioria dos casos é moderada a severa. Mas é sempre bom lembrarmos, ao nos perguntar o que é enxaqueca, que esta doença pode, em certas crises, cursar sem dor de cabeça, ou com dor leve.

 

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Bruxismo na infância

Em 01/05/2016

 O problema é comum em crianças, segundo Paulo Breinis, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, sendo que ele ocorre em 40% das crianças na segunda infância. “O bruxismo é quase sempre uma patologia infantil. É difícil ocorrer em adultos”, disse.

Se a criança sofrer de bruxismo, normalmente terá o problema nas épocas do nascimento e da troca dos dentes, pois ela começa a forçar para ajeitá-los, de acordo com Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Brasil Smiles. “A troca dos dentes acontece, primeiro, aos 5 ou 6 anos. Depois, aos 7 ou 8 anos. Dos 9 aos 10 anos, todos os dentes já nasceram”, afirmou.

Mas os pais não devem ficar tão preocupados com o bruxismo nessas idades, porque os dentes são de leite, então o esmalte que foi desgastado será trocado. No entanto, a criança pode usar um aparelho ortodôntico feito de resina para melhorar o problema. O dentista não recomenda o uso de placa nos pequenos, porque a dentição ainda não se formou: “Na transição de dentição, não dá para colocar placa porque ela é fixa. Já o aparelho acompanha o movimento dos dentes”.

A manutenção desse aparelho é periódica, sendo feita de 20 em 20 dias ou mensalmente.

 

Bruxismo é problema comum durante  a infância (Foto: Shutterstock)

Bruxismo é problema comum durante a infância (Foto: Shutterstock)

Apesar de o problema não ser sério, o bruxismo pode desencadear a disfunção de ATM (articulação temporomandibular), que ocorre quando essa articulação é deformada e desgastada pela força da mordida, segundo Alexandre.“Não tem cura. A única cura é a prevenção para estabilizar o quadro. Se isso não ocorrer, uma cirurgia pode ser feita”, contou o dentista.

A prevenção ao bruxismo, que desencadeia a disfunção de ATM, pode ser feita retirando mamadeiras e chupetas, pois elas podem modificar a posição dos dentes e, na ânsia de arrumá-la, a criança os aperta. “Outros fatores que podem desencadear o bruxismo são respiração bucal, desvio de septo, hereditariedade e alimentos que exigem muito da mastigação, como balas e chicletes, que modificam a posição dos dentes”, informou o dentista.

Segundo o neuropediatra, ninguém sabe qual o processo fisiológico responsável pelo bruxismo, mas o dentista declarou que sobrecarregar a criança com tarefas pode causar o apertar de dentes, pois o pequeno ficado estressado.

O estresse atinge pessoas de todas as idades, mas o neuropediatra acredita que o bruxismo ocorre mais em crianças porque a patologia faz parte dos distúrbios do sono, comum na infância. “Assim como uma pessoa faz xixi na cama e é sonâmbula quando pequena, ela tem bruxismo e depois para”.
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DORES NEUROPÁTICAS

Em 21/02/2016

 

Dor neuropática

 
 

A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. 

Essa dor pode ser conseqüência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

Características da dor neuropática 

A dor neuropática se manifesta de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas, choques. Pode ser acompanhada ou não de “formigamento” ou “adormecimento” (sensações chamadas de parestesias) de uma determinada parte do corpo. 

Como no sistema nervoso existem fibras “finas” e fibras “grossas”, as características das dores podem identificar qual o tipo de fibra que está acometida. Nas lesões de fibras finas geralmente predominam as dores em queimação, aperto e peso. Nas lesões de fibras grossas são mais comuns as dores em pontadas, agulhadas e choques. Existe, ainda, situações em que existem ambos os tipos de dores, isto é, dores de fibras finas e grossas ao mesmo tempo, sendo chamadas de dores mistas. 

Quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, por isso chamado de mononeuropatia, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face, etc.). Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido no processo, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). 

Quando vários nervos estão alterados ou danificados, ou seja, nas polineuropatias, a dor aparece de forma difusa, generalizada, podendo provocar dor no tronco, nos braços e pernas ao mesmo tempo. 

A dor pode ser contínua (estar presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados). A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

Fatores desencadeantes

Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo. Podem determinar dores agudas ou dores que persistem após a resolução do processo infeccioso, como, por exemplo, a neuralgia pós-herpética causada pelo vírus Herpes varicela zoster, vulgarmente conhecido como “cobreiro”. 

Traumas – em trajetos nervosos por acidentes, fraturas ou cirurgias que levam a dores agudas de grande intensidade no período de convalescença ou no pós-operatório, as quais podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas adequadamente. 

Diabetes mellitus – na fase degenerativa, pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a neuropatia diabética. 

Acidentes – que afetem a coluna, determinando lesões da medula, podendo causar dor intensa e persistente. 

Alcoolismo, deficiência nutritiva e de certas vitaminas – afetam a função nervosa de forma significativa desencadeando um quadro de dor.

Tratamento

O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra. O objetivo é tratar especificamente do nervo, ou a doença que está lesando o nervo indiretamente e/ou a dor oriunda dessas lesões ou visar somente o alívio da dor. Os medicamentos comumente usados são: 

Anticonvulsivantes – substâncias usadas para tratar epilepsia (gabapentina, carbamazepina, lamotrigina) que atuam diminuindo a atividade elétrica dos nervos ou inibindo a passagem das dores por determinadas vias nervosas. 

Anestésicos – como a cetamina e ropivacaína, que também diminuem a atividade elétrica dos nervos. 

Antidepressivos – como a amitriptilina e imipramina, que estimulam certas partes do sistema nervoso que vão inibir a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. 

Os anticonvulsivantes e os antidepressivos são administrados por via oral e os anestésicos, pelas vias oral, intravenosa e peridural (na medula espinhal). No caso das medicações usadas pela via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, as quais cedem dentro de cinco a sete dias.
Quando se faz uso de medicamento por via intravenosa (infusão pela veia), há necessidade de hospitalização por uns dias, para se controlar melhor as reações. Durante o tratamento, podem ocorrer efeitos colaterais, geralmente mais acentuados no início, que tendem a amenizar com a continuidade da terapia. A persistência com o tratamento é muito importante para se obter bons resultados. 

Cirurgia: Para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tipo de tratamento cirúrgico sobre o nervo ou na medula espinhal ou até em nível cerebral (exemplos: implantes de eletrodos, estimuladores que funcionam como marca-passos do coração). 

O tratamento objetiva a cura da doença e, quando não for possível, o alívio do sofrimento do paciente. Vale lembrar que o controle adequado da dor favorece o paciente em vários aspectos: melhora as atividades diárias, proporciona sono tranqüilo e reparador, aumenta a capacidade para o trabalho, estimula o apetite sexual e de lazer e melhora a auto-estima. Enfim, melhora a qualidade de vida.

Orientações gerais

• É aconselhável buscar orientação médica; 

• Quando mais informações você tiver em relação ao seu problema, mais chances de um bom resultado você terá; 

• Tome as medicações nos horários recomendados, sem alterar as dosagens; 

• Pode ser que o tratamento seja de longa duração, porém, não desanime, procure seguir rigorosamente as orientações da equipe (médico, enfermeiro, etc). 

Lembre-se: O sucesso do tratamento depende muito de você.

 

Exemplos de doenças ou lesões que provocam dores neuropáticas: 

• Neuralgia do trigêmio. 

• Neuralgia do glossofaríngeo (nervo da língua e garganta). 

• Neuralgia facial atípica. 

• Neuralgia traumática (após acidentes). 

• Neuralgia incisional (de cicatrizes). 

• Radiculalgia pós-laminectomia (por cicatriz após cirurgia de hérnia de disco). 

• Neurite ou polineurite diabética. 

• Plexalgia ou plexite após radioterapia. 

• Tumores comprimindo nervos. 

• Síndrome talâmica (após derrames cerebrais em áreas específicas). 

• Disestesia do paraplégico (após lesões completas ou incompletas da medula espinhal).

 

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