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Clínica Odontológica em Campinas Odonthos | Dentistas em Campinas

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A Clínica Odonthos oferece tratamentos Dentários e Faciais com equipamentos de última geração, com uma equipe de profissionais que proporcionam eficência e conforto.

 

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COMO USAR FIO DENTAL

Em 23/01/2015

 Como usar o fio dental

 

Qual a maneira correta de usar o fio dental?

Quando usado corretamente, o fio dental remove a placa bacteriana e os resíduos de alimentos das áreas onde a escova dental não tem acesso fácil, como, por exemplo, a linha da gengiva e as áreas entre os dentes. O uso diário do fio dental é altamente recomendável uma vez que a placa bacteriana pode levar ao aparecimento de cáries e doenças gengivais.

Para usar o fio dental de maneira correta faça o seguinte:

  • Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos.
  • Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo entre os dentes.
  • Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival.
  • Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo.
  • Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes.

Que tipo de fio dental devo usar?

Há dois tipos de fio dental:

  • Fio de nylon (ou multifilamento)
  • Fio PTFE (monofilamento)

Existem no mercado fios dentais de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Como esse tipo de fio é composto de muitas fibras de nylon, ele pode, às vezes, rasgar ou desfiar, especialmente se os dentes forem muito juntos. Embora mais caro, o fio de filamento único (PTFE) desliza facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e não se rompe. Usados de maneira adequada os dois tipos de fio removem a placa bacteriana e os resíduos de alimentos.
www.odonthos.com.br
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PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS

Em 15/01/2015

 1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
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O que é Ortopedia Funcional Maxilar

Em 11/08/2014

 O profissional de Ortodontia que lida com Ortopedia Funcional dos Maxilares não olha para a boca ou para qualquer outro elemento do Sistema Estomatognático (SE) como um órgão isolado. Todas as funções do Sistema (mastigação, deglutição, respiração, fonoarticulação) estão interligadas e interferem no desenvolvimento da face em geral e das arcadas dentárias em particular. 

A OFM visa, então, atuar diretamente sobre o padrão de desenvolvimento do indivíduo, modificando o sistema esqueletal e órgãos motores associados. Na criança em desenvolvimento, seria qualquer alteração induzida por um aparelho que resulte em modificação do padrão de crescimento atual do SE, tanto em direção quanto em quantidade. 

É importante salientar que o desenvolvimento das estruturas faciais não seguem um inevitável padrão de crescimento. 

Quando colocamos um aparelho ortopédico, ocorre alteração na postura mandibular. Essa mudança alterará toda a direção da força muscular e, quando o paciente estiver usando o aparelho, os movimentos mandibulares ocorrerão da forma que foram previstos na construção do aparelho dentário.  

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