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"Resultado da busca por: Ronco"


Clareamento dentário - branqueamento dental

Em 01/08/2016

 Folheto: Clareamento

Folheto: Clareamento

O clareamento pode ser feito tanto em um consultório dentário como em casa, utilizando um sistema fornecido pelo seu dentista. Ambos os métodos utilizam um gel branqueador que oxida a mancha. Durante o processo de clareamento, é normal que os dentes se tornem ligeiramente sensíveis.

Folheto: ClareamentoClareamento no consultório
Este procedimento demora de 30 minutos a uma hora por visita, e talvez você tenha que retornar algumas vezes até obter o resultado desejado.

A fim de proteger sua boca, uma substância em gel é aplicada em sua gengiva e um protetor de borracha é colocado em volta do colo dos dentes. Um agente oxidante (a solução branqueadora) é então aplicado.

Algumas vezes, uma luz especial é utilizada em intervalos de cinco minutos para ajudar a ativar o agente clareado.

Folheto: ClareamentoClareamento em casa
O clareamento em casa é o procedimento mais comum hoje em dia. Seu dentista faz um molde de seus dentes, prepara um suporte sob medida (moldeira), que você preenche com o gel branqueador e utiliza durante duas horas diariamente ou a noite, por cerca de duas semanas.

Muitos kits de clareamento prescritos por dentistas atualmente contêm uma solução de 10, 15 e 21%de peróxido de carbamida. Quando feito sob a supervisão de seu dentista, o tratamento em casa é bastante eficaz.

Com o passar do tempo, a exposição a alimentos, bebidas (especialmente café, chá, refrigerante e vinho tinto) e fumo gradualmente escurecerá os dentes. Evite o consumo frequente destes tipos de alimentos. O pequeno esforço investido em manter seus dentes brancos não é nada se comparado ao dinheiro e/ou tempo necessários ao tratamento de clareamento.

Como manter meu novo sorriso branco?

  • Use creme dental branqueador para remover manchas e prevenir o amarelamento dos dentes;
  • Escove ou enxágue os dentes imediatamente após consumir alimentos ou bebidas que possam manchá-los.
  • Durante o tratamento, use um canudo para consumir bebidas que possam manchar os dentes, como por exemplo: café, chá, refrigerantes e vinho tinto;
  • Verifique se seus dentes necessitam de retoque. Dependendo do método de clareamento usado, um retoque após seis meses, um ano ou dois pode ser necessário. Caso você fume ou beba muito café, talvez precise fazê-lo com mais frequência.
  • Previna-se da sensibilidade dentinária usando um creme dental para dentes sensíveis antes de após o tratamento. Colgate® Sensitive Pro-AlívioTM oferece alívio instantâneo e duradouro da hipersensibilidade dentinária.

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Dor neuropática: Ela surge sem explicação aparente, mas é real

Em 23/06/2016

 O incômodo costuma ser causado por uma disfunção ou lesão no sistema nervoso. Na maioria dos casos, não há cura. A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. Essa dor pode ser consequência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

 

A dor muitas vezes surge sem uma explicação visível, óbvia, palpável. Nenhum corte, nenhuma lesão em algum tecido, nenhuma fratura que justifique o desconforto. Apenas há a dor, uma sensação de queimação ou de formigamento. Assim pode ser definida a dor neuropática, um incômodo crônico que acontece quando existe algum comprometimento no funcionamento de parte do sistema nervoso responsável pelo processamento de informações sensoriais. Justamente aquela que permite que o indivíduo reaja aos estímulos externos e sinta, inclusive, dores.
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Tratamento ronco e apnéia

Em 14/06/2016

 Ronco

Quem acredita que roncar é apenas uma situação embaraçosa e incômoda se engana. O ronco é uma doença, que se não for tratada adequadamente pode evoluir, trazendo inúmeros riscos à saúde.

Uma em cada oito pessoas ronca, com uma maior porcentagem no sexo masculino (40% dos homens adultos e 30% das mulheres), tornando-se mais frequente com o avanço da idade. Acredita-se que o ronco esteja presente no sono de 60% das pessoas com mais de 55 anos. Também é três vezes mais comum em obesos do que em magros.

O QUE É:

 


O Ronco é a obstrução parcial das vias aéreas superiores, sendo que o seu som ocorre devido à passagem do ar com dificuldade, devido à parte posterior da língua (fundo) encostar no céu da boca (palato mole), dificultando a passagem do ar, o que provoca vibração e consequente ruído. Ele ocorre especialmente dormindo de costas.



CAUSAS:

- ganho de peso e obesidade;

- deposição de gordura na região cervical (pescoço);

- uso de álcool e diazepínicos (calmantes);

- alterações dos ossos da face e hipoplasia da mandíbula (retrognatia)

- adenóides e amígdalas grandes;

- desvio de septo;

- pólipos nasais;

- contato das paredes musculares da faringe, que têm diminuição do seu tônus induzido pelo repouso ou pelo decorrer dos anos;

- obstrução nasal, rinites, sinusites;

- aumento do volume de secreção e muco;

- entre outras.

Roncar durante o sono é tão antigo como o próprio homem. Antigamente era tido como uma manifestação de boa saúde, e o incômodo causado aos outros, especialmente os familiares, era o único aspecto levado em conta e normalmente resolvido isolando o roncador em um dormitório só para ele.
Entretanto, recentemente a ciência passou a dar uma maior atenção ao ronco, relacionando-o ao comportamento do roncador quando este está acordado, percebendo por vezes uma queda em seu rendimento nas suas atividades diurnas.
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Indivíduos acima do peso ideal ou obesos costumam apresentar determinadas características comuns nas causas do ronco: acúmulo de gordura submucosa e dobras mucosas excessivas, pescoço grosso e curto, com excesso de tecido cervical.

Fatores anatômicos também predispõem a pessoa a roncar como a micro ou retrognatia (queixo pequeno ou para trás), a macroglossia (língua grande), hipertrofia (aumento) do pálato, hipertrofias de amígdalas (amígdalas grandes) ou ainda, ter o rosto desproporcional.

A consequência mais importante e séria do agravamento do ronco é a Apneia obstrutiva do sono, que pode trazer inúmeros riscos e consequências à saúde.

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Bruxismo Diurno

Em 01/05/2016

 Bruxismo do sono é um distúrbio do sono caracterizado pelo apertar e ranger dos dentes, de forma involuntária,  com aplicação de forças excessivas sobre a musculatura mastigatória. A palavra bruxismo do sono vem do grego brycheinm, que significa ranger dos dentes.

O bruxismo diurno é diferente do bruxismo noturno ou do sono. Assim, o bruxismo diurno é caracterizado por uma atividade semivoluntária da mandíbula, de apertar os dentes enquanto o indivíduo se encontra acordado, onde geralmente não ocorre o ranger de dentes, e está relacionado a um tique ou hábito. Já o bruxismo do sono é uma atividade inconsciente de ranger ou apertar os dentes, com produção de sons, enquanto o indivíduo encontra-se dormindo.

O bruxismo do sono é um problema que afeta sobretudo as crianças podendo também afetar os adultos.

O ranger provoca um desgaste nos dentes que pode afetar a integridade dos mesmos e comprometer a saúde bucal. O bruxismo do sono também "força" e cria tensões ao nível das articulações temporomandibulares (ATM) que pode causar desgastes e eventuais problemas.

As causas do bruxismo do sono são multifatoriais e ainda pouco conhecidas. A má oclusão dentária e tensão emocional podem estar relacionadas a este distúrbio. 
O ruído característico do ranger dos dentes, desgaste dentário, hipertrofia dos músculos mastigatórios e temporais, dores de cabeça, disfunção da articulação temporomandibular, má qualidade de sono e sonolência diurna estão entre as principais manifestações clínicas do bruxismo do sono.

O diagnóstico é feito pela observação de um desgaste dentário anormal, ruídos de ranger de dentes durante o sono e desconforto muscular mandibular.

A polissonografia registra os episódios de ranger dos dentes, permitindo identificar alterações do sono e microdespertares. As alterações predominam no estágio 2 do sono não REM e nas transições entre os estágios.

A polissonografia permite ainda o diagnóstico de outros distúrbios do sono, tais como ronco, apnéia do sono, movimentos periódicos dos membros, distúrbio comportamental do sono REM e outros.

O tratamento deve ser individualizado para cada paciente. Como o bruxismo do sono tem causas variadas, o tratamento também segue na mesma direção. O uso de placas orais moles (silicone) ou duras (acrílico) visa a proteção dos dentes prevenindo o desgaste dentário ou fraturas durante o sono. Geralmente se faz necessário abordagem psicoterápica, odontológica, farmacológica e suas combinações, de acordo com o perfil do paciente.

Aplicações locais de toxina botulínica nos músculos envolvidos têm sido utilizadas em casos de bruxismo do sono que não respondem ao tratamento convencional.

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DORES NEUROPÁTICAS

Em 21/02/2016

 

Dor neuropática

 
 

A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. 

Essa dor pode ser conseqüência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

Características da dor neuropática 

A dor neuropática se manifesta de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas, choques. Pode ser acompanhada ou não de “formigamento” ou “adormecimento” (sensações chamadas de parestesias) de uma determinada parte do corpo. 

Como no sistema nervoso existem fibras “finas” e fibras “grossas”, as características das dores podem identificar qual o tipo de fibra que está acometida. Nas lesões de fibras finas geralmente predominam as dores em queimação, aperto e peso. Nas lesões de fibras grossas são mais comuns as dores em pontadas, agulhadas e choques. Existe, ainda, situações em que existem ambos os tipos de dores, isto é, dores de fibras finas e grossas ao mesmo tempo, sendo chamadas de dores mistas. 

Quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, por isso chamado de mononeuropatia, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face, etc.). Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido no processo, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). 

Quando vários nervos estão alterados ou danificados, ou seja, nas polineuropatias, a dor aparece de forma difusa, generalizada, podendo provocar dor no tronco, nos braços e pernas ao mesmo tempo. 

A dor pode ser contínua (estar presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados). A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

Fatores desencadeantes

Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo. Podem determinar dores agudas ou dores que persistem após a resolução do processo infeccioso, como, por exemplo, a neuralgia pós-herpética causada pelo vírus Herpes varicela zoster, vulgarmente conhecido como “cobreiro”. 

Traumas – em trajetos nervosos por acidentes, fraturas ou cirurgias que levam a dores agudas de grande intensidade no período de convalescença ou no pós-operatório, as quais podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas adequadamente. 

Diabetes mellitus – na fase degenerativa, pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a neuropatia diabética. 

Acidentes – que afetem a coluna, determinando lesões da medula, podendo causar dor intensa e persistente. 

Alcoolismo, deficiência nutritiva e de certas vitaminas – afetam a função nervosa de forma significativa desencadeando um quadro de dor.

Tratamento

O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra. O objetivo é tratar especificamente do nervo, ou a doença que está lesando o nervo indiretamente e/ou a dor oriunda dessas lesões ou visar somente o alívio da dor. Os medicamentos comumente usados são: 

Anticonvulsivantes – substâncias usadas para tratar epilepsia (gabapentina, carbamazepina, lamotrigina) que atuam diminuindo a atividade elétrica dos nervos ou inibindo a passagem das dores por determinadas vias nervosas. 

Anestésicos – como a cetamina e ropivacaína, que também diminuem a atividade elétrica dos nervos. 

Antidepressivos – como a amitriptilina e imipramina, que estimulam certas partes do sistema nervoso que vão inibir a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. 

Os anticonvulsivantes e os antidepressivos são administrados por via oral e os anestésicos, pelas vias oral, intravenosa e peridural (na medula espinhal). No caso das medicações usadas pela via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, as quais cedem dentro de cinco a sete dias.
Quando se faz uso de medicamento por via intravenosa (infusão pela veia), há necessidade de hospitalização por uns dias, para se controlar melhor as reações. Durante o tratamento, podem ocorrer efeitos colaterais, geralmente mais acentuados no início, que tendem a amenizar com a continuidade da terapia. A persistência com o tratamento é muito importante para se obter bons resultados. 

Cirurgia: Para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tipo de tratamento cirúrgico sobre o nervo ou na medula espinhal ou até em nível cerebral (exemplos: implantes de eletrodos, estimuladores que funcionam como marca-passos do coração). 

O tratamento objetiva a cura da doença e, quando não for possível, o alívio do sofrimento do paciente. Vale lembrar que o controle adequado da dor favorece o paciente em vários aspectos: melhora as atividades diárias, proporciona sono tranqüilo e reparador, aumenta a capacidade para o trabalho, estimula o apetite sexual e de lazer e melhora a auto-estima. Enfim, melhora a qualidade de vida.

Orientações gerais

• É aconselhável buscar orientação médica; 

• Quando mais informações você tiver em relação ao seu problema, mais chances de um bom resultado você terá; 

• Tome as medicações nos horários recomendados, sem alterar as dosagens; 

• Pode ser que o tratamento seja de longa duração, porém, não desanime, procure seguir rigorosamente as orientações da equipe (médico, enfermeiro, etc). 

Lembre-se: O sucesso do tratamento depende muito de você.

 

Exemplos de doenças ou lesões que provocam dores neuropáticas: 

• Neuralgia do trigêmio. 

• Neuralgia do glossofaríngeo (nervo da língua e garganta). 

• Neuralgia facial atípica. 

• Neuralgia traumática (após acidentes). 

• Neuralgia incisional (de cicatrizes). 

• Radiculalgia pós-laminectomia (por cicatriz após cirurgia de hérnia de disco). 

• Neurite ou polineurite diabética. 

• Plexalgia ou plexite após radioterapia. 

• Tumores comprimindo nervos. 

• Síndrome talâmica (após derrames cerebrais em áreas específicas). 

• Disestesia do paraplégico (após lesões completas ou incompletas da medula espinhal).

 

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RONCO E APNÉIA

Em 04/09/2014

O Ronco e a Apnéia do Sono são ocorrências muito graves e capazes de induzir doenças como obesidade, diabetes, infarto do miocárdio e derrames. Acidentes fatais de trânsito e no trabalho também são conseqüências, sem falarmos nos relacionamentos conjugais abalados.

Os tratamentos realizados com sistemas de ventilação e cirúrgicos, além de não serem totalmente efetivos, têm custo muito alto.

O Dr. Prenticesidinei de Oliveira, com seus amplos conhecimentos sobre os problemas causados pelo Ronco e a Apnéia do sono, desenvolveu um aparelho intra-oral baseado em estudos e pesquisas com aparelhos dos EUA.
Abaixo um exemplo de aparelho de ronco e apnéia.

 

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Fim do mal Hálito

Em 06/06/2014

O pesquisador israelense Yehuda Finkelstein anunciou ter descoberto a causa da mais severa forma de halitose e também sua cura.  O professor que é do Meir Hospital, em Israel, afirma que as amígdalas são as grandes responsáveis pelo problema em cerca de 90% das pessoas que sofrem de halitose.
Em muitos casos, o mau hálito é causado por uma bactéria anaeróbica que se prolifera em camadas superficiais da gengiva e dentes, liberando gases como o sulfato de hidrogênio. As amígdalas, com seus caminhos tubulares, se tornam o lugar ideal para a proliferação da bactéria anaeróbica. Pessoas com inflamações nas amígdalas podem ter como sintoma o mau hálito, em lugar de dor.  
O tratamento desenvolvido por Finkelstein consiste em uma aplicação de laser, por aproximadamente 15 minutos. O laser vaporiza o tecido infectado e cria uma cicatriz que impede a proliferação da bactéria. Tudo é feito com o paciente acordado, pois um spray anestesia as amígdalas. Na maioria dos pacientes apenas uma sessão é suficiente.
De acordo com o Dr. Ivan Valle, ortodontista da Oralface Institute, de São Paulo, a aplicação do laser  parece eficaz. "O processo é simples. A aplicação do laser gera uma inflamação que estimula a renovação das células.
Forma-se então uma cicatriz que fecha as 'rugas' das amígdalas, diminuindo os nichos onde se acumulam colônias de bactérias e resíduos alimentares em putrefação. Pensem que as amígdalas se assemelham ao maracujá velhinho".
O ortodontista lembra que o mau hálito pode ter também outras causas: cáries, má escovação, falta de fio dental, falta de escovação ou raspagem da língua, além de rinites, sinusites, faringites, laringites, xerostomia
(diminuição de saliva) e até doenças hepáticas ou bronco-pulmonares, gastrite e tabagismo.

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Apnéia do sono x Ronco

Em 14/05/2014

 Devemos chamar a atenção sobre pacientes com ronco durante o sono.É um alerta de que algo não está bem.Está relacionado com vários fatores desde obesidade à dificuldade de respiração por problemas respiratórios.Se a apnéia( o paciente fica sem respirar por alguns segundos), estiver associada pode em alguns casos levar à morte, principalmente se o paciente apresentar algum problema cardíaco.Em casos leves à moderados o aparelho intra bucal pode resolver o problema.Recomendamos avalliação médica neuro-cardiológica e caso haja indicação procurar um cirurgião dentista especializado para confecção do aparelho.

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