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"Resultado da busca por: IMPALNTES DENTÁRIOS"


PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS

Em 15/01/2015

 1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
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IMPLANTES DENTÁRIOS OSSEOINTEGRADOS

Em 08/09/2014

A reabilitação oral é a área da odontologia onde se restabelece a uma nova função mastigatória ao paciente que por algum motivo teve perda de um ou vários elementos dentários. Essa ou essas perdas podem acarretar diversos problemas ao paciente, pois haverá inclinação dos outros dentes, trazendo desarmonia da oclusão(encaixe dos dentes), problemas periodontais(gengiva e ligamentos). Além da movimentação dos dentes de forma inadequada pode também desenvolver problemas na Articulação Temporomandibular(ATM) e dor Orofacial (dores de cabeça), estética, dentre outros.

Neste caso, podemos devolver uma harmonia perdida pelo paciente usando vários artifícios que a prótese dentária ou implante dentário permitem, seja ela prótese dentária fixa(popularmente conhecida como ponte fixa); Prótese dentária removível(ponte móvel); Prótese dentária total(dentadura); ou ainda através da prótese dentária sobre implante dentário. Há casos em que o paciente perde somente a coroa do dente(parte do dente que fica exposta na cavidade oral) e fica com a raiz. Neste caso temos a possibilidade de tratarmos o canal(às vezes não há essa possibilidade e se perde o dente) e colocarmos um pino intracanal e fazermos uma Coroa Protética(conhecida como jaqueta).

O implante dentário é um suporte ou estrutura metálica fixada cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva. Quando colocado, permite ao dentista montar dentes substitutos sobre eles e em função de estar integrado ao osso maxilar, o implante dentário oferece um suporte estável para os dentes artificiais (prótese dentária sobre implante). 

Hoje em dia com o advento da porcelana conseguimos na maioria das vezes “esconder” o metal do implante dentário, ou seja, quando o paciente sorri não aparece o metal prateado indesejável. Em outros casos fazemos a jaqueta livre de metal, chamada de metal free (tem que ter a indicação correta para esses casos).
 

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