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"Resultado da busca por: Boca seca"


Dor neuropática: Ela surge sem explicação aparente, mas é real

Em 23/06/2016

 O incômodo costuma ser causado por uma disfunção ou lesão no sistema nervoso. Na maioria dos casos, não há cura. A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. Essa dor pode ser consequência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

 

A dor muitas vezes surge sem uma explicação visível, óbvia, palpável. Nenhum corte, nenhuma lesão em algum tecido, nenhuma fratura que justifique o desconforto. Apenas há a dor, uma sensação de queimação ou de formigamento. Assim pode ser definida a dor neuropática, um incômodo crônico que acontece quando existe algum comprometimento no funcionamento de parte do sistema nervoso responsável pelo processamento de informações sensoriais. Justamente aquela que permite que o indivíduo reaja aos estímulos externos e sinta, inclusive, dores.
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DORES NEUROPÁTICAS

Em 21/02/2016

 

Dor neuropática

 
 

A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. 

Essa dor pode ser conseqüência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

Características da dor neuropática 

A dor neuropática se manifesta de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas, choques. Pode ser acompanhada ou não de “formigamento” ou “adormecimento” (sensações chamadas de parestesias) de uma determinada parte do corpo. 

Como no sistema nervoso existem fibras “finas” e fibras “grossas”, as características das dores podem identificar qual o tipo de fibra que está acometida. Nas lesões de fibras finas geralmente predominam as dores em queimação, aperto e peso. Nas lesões de fibras grossas são mais comuns as dores em pontadas, agulhadas e choques. Existe, ainda, situações em que existem ambos os tipos de dores, isto é, dores de fibras finas e grossas ao mesmo tempo, sendo chamadas de dores mistas. 

Quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, por isso chamado de mononeuropatia, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face, etc.). Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido no processo, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). 

Quando vários nervos estão alterados ou danificados, ou seja, nas polineuropatias, a dor aparece de forma difusa, generalizada, podendo provocar dor no tronco, nos braços e pernas ao mesmo tempo. 

A dor pode ser contínua (estar presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados). A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

Fatores desencadeantes

Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo. Podem determinar dores agudas ou dores que persistem após a resolução do processo infeccioso, como, por exemplo, a neuralgia pós-herpética causada pelo vírus Herpes varicela zoster, vulgarmente conhecido como “cobreiro”. 

Traumas – em trajetos nervosos por acidentes, fraturas ou cirurgias que levam a dores agudas de grande intensidade no período de convalescença ou no pós-operatório, as quais podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas adequadamente. 

Diabetes mellitus – na fase degenerativa, pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a neuropatia diabética. 

Acidentes – que afetem a coluna, determinando lesões da medula, podendo causar dor intensa e persistente. 

Alcoolismo, deficiência nutritiva e de certas vitaminas – afetam a função nervosa de forma significativa desencadeando um quadro de dor.

Tratamento

O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra. O objetivo é tratar especificamente do nervo, ou a doença que está lesando o nervo indiretamente e/ou a dor oriunda dessas lesões ou visar somente o alívio da dor. Os medicamentos comumente usados são: 

Anticonvulsivantes – substâncias usadas para tratar epilepsia (gabapentina, carbamazepina, lamotrigina) que atuam diminuindo a atividade elétrica dos nervos ou inibindo a passagem das dores por determinadas vias nervosas. 

Anestésicos – como a cetamina e ropivacaína, que também diminuem a atividade elétrica dos nervos. 

Antidepressivos – como a amitriptilina e imipramina, que estimulam certas partes do sistema nervoso que vão inibir a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. 

Os anticonvulsivantes e os antidepressivos são administrados por via oral e os anestésicos, pelas vias oral, intravenosa e peridural (na medula espinhal). No caso das medicações usadas pela via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, as quais cedem dentro de cinco a sete dias.
Quando se faz uso de medicamento por via intravenosa (infusão pela veia), há necessidade de hospitalização por uns dias, para se controlar melhor as reações. Durante o tratamento, podem ocorrer efeitos colaterais, geralmente mais acentuados no início, que tendem a amenizar com a continuidade da terapia. A persistência com o tratamento é muito importante para se obter bons resultados. 

Cirurgia: Para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tipo de tratamento cirúrgico sobre o nervo ou na medula espinhal ou até em nível cerebral (exemplos: implantes de eletrodos, estimuladores que funcionam como marca-passos do coração). 

O tratamento objetiva a cura da doença e, quando não for possível, o alívio do sofrimento do paciente. Vale lembrar que o controle adequado da dor favorece o paciente em vários aspectos: melhora as atividades diárias, proporciona sono tranqüilo e reparador, aumenta a capacidade para o trabalho, estimula o apetite sexual e de lazer e melhora a auto-estima. Enfim, melhora a qualidade de vida.

Orientações gerais

• É aconselhável buscar orientação médica; 

• Quando mais informações você tiver em relação ao seu problema, mais chances de um bom resultado você terá; 

• Tome as medicações nos horários recomendados, sem alterar as dosagens; 

• Pode ser que o tratamento seja de longa duração, porém, não desanime, procure seguir rigorosamente as orientações da equipe (médico, enfermeiro, etc). 

Lembre-se: O sucesso do tratamento depende muito de você.

 

Exemplos de doenças ou lesões que provocam dores neuropáticas: 

• Neuralgia do trigêmio. 

• Neuralgia do glossofaríngeo (nervo da língua e garganta). 

• Neuralgia facial atípica. 

• Neuralgia traumática (após acidentes). 

• Neuralgia incisional (de cicatrizes). 

• Radiculalgia pós-laminectomia (por cicatriz após cirurgia de hérnia de disco). 

• Neurite ou polineurite diabética. 

• Plexalgia ou plexite após radioterapia. 

• Tumores comprimindo nervos. 

• Síndrome talâmica (após derrames cerebrais em áreas específicas). 

• Disestesia do paraplégico (após lesões completas ou incompletas da medula espinhal).

 

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O QUE É BOCA SECA OU XEROSTOMIA

Em 29/04/2015

O que é boca seca?

 

Como saber se tenho boca seca?

Todos temos a boca seca de vez em quando. Mas, quando esta sensação persiste, você pode estar com um problema na produção de saliva. Os sintomas de boca seca incluem:

  • Sensação de secura e pegajosidade em sua boca;
  • Dificuldade de deglutição;
  • Sensação de queimação em sua língua;
  • Sensação de secura em sua garganta;
  • Lábios rachados;
  • Paladar reduzido ou um gosto metálico em sua boca;
  • Feridas na boca;
  • Mau hálito freqüente;
  • Dificuldade de mastigar/falar.

Como tratar a boca seca?

A única maneira definitiva de curar a boca seca é tratando sua causa. Se o seu problema é resultado de medicação, seu médico poderá mudar sua prescrição ou dosagem. Se suas glândulas salivares não funcionam normalmente, mas ainda produzem alguma saliva, seu médico poderá lhe dar um medicamento que ajude as glândulas a funcionarem melhor.

Se a causa de sua boca estar seca não puder ser eliminada você poderá restaurar a umidade de sua boca de diversas maneiras. Seu dentista pode recomendar hidratantes bucais, como substitutos de saliva. Enxagües com soluções bucais especialmente formuladas para diminuir a secura também podem aliviar o problema. Você também pode:

  • Beber água ou bebidas sem açúcar com freqüência;
  • Evitar bebidas com cafeína, como café, chá ou alguns refrigerantes, que também podem causar a secura da boca;
  • Mascar gomas sem açúcar ou chupar balas duras sem açúcar para estimular o fluxo de saliva (se houver alguma glândula salivar funcionando);
  • Não utilizar tabaco ou álcool, que ressecam a boca;
  • Estar ciente de que alimentos condimentados ou salgados podem causar dor em uma boca seca;
  • Utilizar um hidratante bucal, durante a noite.

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Aplicação de flúor em adultos

Em 07/04/2015

 Adultos podem se beneficiar com o flúor?

Pesquisas recentes mostram que todos podem se beneficiar com o uso de flúor. Especialistas costumavam achar que o flúor funcionava principalmente por fortalecer os dentes enquanto esses estavam ainda em desenvolvimento. Isso significava que as crianças eram o foco dos esforços de fluoretação. Hoje, estudos mostram que o flúor tópico - aquele presente em cremes dentais, enxaguatórios bucais e tratamentos com flúor - ajuda a prevenir o aparecimento de cáries em pessoas de todas as idades.

Como posso saber se preciso de tratamento especial com flúor?
Se a água que você bebe é fluoretada, então a escovação regular com creme dental com flúor é considerada suficiente para a maioria dos adultos com dentes saudáveis. 60% dos municípios do Brasil adicionam flúor na água de abastecimento para ajudar a reduzir a cárie dental. Você pode descobrir se a água da sua cidade é fluoretada ligando para a companhia de abastecimento ou mandando analisar a água, caso ela seja proveniente de uma fonte particular. 

Pessoas que bebem água mineral, e aquelas com as seguintes condições, devem conversar com o dentista sobre tratamentos especiais com flúor:

  • Se você estiver tomando medicamentos que provoquem boca seca ou tem uma doença que cause boca seca. Sem saliva para neutralizar os ácidos na sua boca e remover partículas de alimentos, você fica mais suscetível à cárie dental.
  • Se suas gengivas retraíram ou se descolaram dos dentes. Isso cria mais espaço para as bactérias se alojarem e facilita o surgimento da cárie dental.
  • Se você usa aparelho ortodôntico. Os aparelhos ortodônticos aprisionam grande quantidade de bactérias que podem levar à cárie.
  • Se você fez radioterapia na cabeça ou pescoço. A radiação prejudica as glândulas salivares, causando boca seca.

Quais são os diferentes tipos de tratamento com flúor? 
Você pode se submeter a tratamento com flúor no consultório do dentista. No tratamento feito no consultório, o dentista seca sua boca e aplica uma solução, espuma ou verniz. Alguns dentistas colocam um gel ou espuma dentro de uma moldeira que você utiliza por alguns minutos. Pede-se que você não coma nem beba nada e evite fumar por 30 minutos após a aplicação. 

Independentemente do risco, todos adultos devem usar creme dental com flúor, que teve sua eficácia comprovada na prevenção da cárie dental.
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O QUE É CÁRIE?

Em 26/03/2015

O que é cárie?

 

“Cárie” é uma outra forma de denominar a deterioração do dente. A deterioração do dente é fortemente influenciada pelo estilo de vida do indivíduo – o que come, como cuida dos dentes, a presença de flúor na água ingerida e o flúor no creme dental de uso. A hereditariedade também tem um papel importante na predisposição de seus dentes para se deteriorarem.

Embora a cárie seja mais comun em crianças, adultos também estão sujeitos a ela. Os tipos de cárie são:

  • Cárie coronária –é o tipo mais comum. Ocorre tanto em criança como em adultos. A cárie coronária se localiza nas superfícies de mastigação ou entre os dentes.
  • Cárie radicular - à medida que envelhecemos, as gengivas se retraem, deixando partes da raiz do dente expostas. Como não existe esmalte cobrindo as raízes do dente, estas áreas expostas se deterioram facilmente.
  • Cárie recorrente - a deterioração pode ocorrer em volta das restaurações e coroas existentes. Isto porque estas áreas tendem a acumular placa, que acabam levando à deterioração.

Os adultos estão especialmente sujeitos a apresentar cárie quando sofrem de xerostomia (boca seca), uma doença causada pela falta de saliva. A xerostomia pode ser decorrente de alguma doença, de medicamentos, da radioterapia e da quimioterapia, e pode ser temporária (dias ou meses) ou permanente, dependendo de suas causas.

A cárie constitue um sério problema. Se não for tratada, uma cárie pode destruir seu dente e atingir a polpa (nervo), o que pode resultar em um abscesso, uma área de infecção na ponta da raiz. Uma vez formado o abcesso, ele só pode ser tratado através do tratamento do canal, de cirurgia ou da extração do dente.

Como eu sei se estou com cárie?

Apenas seu dentista pode dizer com certeza se você tem cárie. Isto porque a cárie se desenvolve embaixo da superfície do dente, onde você não pode vê-la. Quando você ingere alimentos que contenham carboidratos (açúcar e amido), estes carboidratos são digeridos pelas bactérias da placa, produzindo ácidos que corroem a estrutura do dente. Com o tempo, o esmalte do dente começa a fraturar por debaixo da superfície, enquanto a parte externa permanece intacta. Quando uma quantidade suficiente de esmalte sob a superfície já tiver sido destruída, a superfície se desmorona, expondo a cavidade de cárie.

É maior a probabilidade da cárie se desenvolver em fóssulas e fissuras nas superfícies de mastigação dos dentes posteriores, nos espaços entre os dentes e próximo à linha da gengiva. Mas, independentemente de onde ocorrem, a melhor maneira de identificá-la e tratá-la, antes que se torne séria, é visitando seu dentista regularmente para avaliações.

Como posso ajudar a evitar a cárie?

  • Escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia, e use o fio dental diariamente, a fim de remover a placa bacteriana entre os dentes e sob a gengiva.
  • Faça avaliações regulares. O cuidado preventivo pode evitar que os problemas ocorram e que problemas menores se tornem sérios.
  • Adote uma dieta balanceada, com pouco açúcar e amido. Quando ingerir estes alimentos, procure comê-los durante a refeição, e não como um lanche, para minimizar o número de vezes que seus dentes são expostos ao ácido.
  • Utilize produtos de higiene dental que contenham flúor, incluindo o creme dental e o enxaguatório.
  • Certifique-se de que a água que suas crianças bebem contenha flúor. Se a água fornecida em sua localidade não contém flúor, seu dentista ou pediatra pode prescrever suplementos de flúor diários.
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Os medicamentos podem afetar minha saúde bucal?

Em 04/03/2015

 Sim, os medicamentos podem apresentar efeitos colaterais na boca, dos quais a “boca seca" é o efeito colateral mais comum. Não deixe de informar seu dentista sobre os medicamentos que você está usando, mesmo aqueles que comprou sem receita médica.

Os seguintes medicamentos podem causar o ressecamento da boca:

  • Anti-histamínicos (Antialérgicos);
  • Descongestionantes;
  • Analgésicos;
  • Diuréticos;
  • Medicamentos para pressão alta;
  • Antidepressivos.

Outros medicamentos podem causar inflamações, ulcerações, dormência, formigamento, distúrbios de movimento, alterações do paladar e, durante a escovação ou do uso do fio dental, sangramento excessivo da gengiva. Se perceber quaisquer desses sintomas, consulte seu dentista ou médico.

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Mau Hálito

Em 19/01/2015

 Folheto: Mau Hálito

Folheto: Mau Hálito

A halitose não é uma doença, mas um sintoma de que algo não vai bem no organismo. Por isso, é fundamental determinar a causa do odor desagradável na boca, para introduzir o tratamento que, às vezes, pode exigir a participação de especialistas em diferentes áreas.

Folheto: Mau HálitoCausas

  • Má conservação dos dentes, inflamação da gengiva, pedaços de alimentos retidos entre os dentes, abscessos.
  • Menor produção de saliva (por isso, o odor matinal é sempre mais forte do que os que ocorrem durante o dia).
  • Ressecamento da boca decorrente de jejum prolongado, desidratação, exposição ao ar condicionado, estresse, uso de certos medicamentos, assim como respirar pela boca e falar por muito tempo.
  • Presença de saburra lingual, isto é, de uma placa bacteriana esbranquiçada, amarelada ou amarronzada, que se forma sobre a língua.
  • Consumo excessivo de álcool.
  • Infecções como amidalites, sinusites, etc.
Como tratar esse problema?
Escove bem os dentes pelo menos três vezes ao dia e use fio dental diariamente para remover a placa bacteriana e as partículas de alimento que se acumulam. Lembre-se também de escovar a língua.

Se você utiliza dentadura, remova-a antes de dormir e limpe-a bem antes de recoloca-la de manhã. Visite seu dentista regularmente para fazer revisões e limpezas em seus dentes.

Se o seu mau hálito persistir mesmo após estas medidas, consulte seu dentista, já que isso pode ser a indicação da existência de um problema mais sério. Só o dentista poderá dizer se você tem gengivite, boca seca ou excesso de placa bacteriana, que são as causas mais frequentes do mau hálito.

Folheto: Mau HálitoRecomendações
  • Beba bastante água, pelo menos dois litros por dia, para manter a boca sempre umedecida.
  • Evite permanecer muitas horas sem alimentar-se; o jejum prolongado favorece o aparecimento da halitose.
  • Capriche na higiene bucal. Quando escovar os dentes, use também o fio dental e passe a escova especialmente na região posterior da língua.
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DIABETES X PROBLEMAS DE SAÚDE BUCAL

Em 11/11/2014

Existe uma ligação entre as doenças gengivais e diabetes?

Dos 21 milhões de americanos que têm diabetes, muitos podem ficar surpresos com uma inesperada complicação associada com esta condição. 1, 2 Pesquisas sugerem que há uma prevalência aumentada de doenças gengivais (gengivite e periodontite) dentre aqueles com diabetes, somando as doenças gengivais a uma lista de outras complicações associadas com diabetes, tais como doenças cardíacas, acidentes vasculares encefálicos isquêmicos (derrame cerebral) e doenças renais.3

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12 Fatores que podem causar mau hálito

Em 13/10/2014

1 – Beber pouco líquido
2 – Comer muita gordura e proteína animal ou comida muito temperada
3 – Fumar
4 – Usar enxaguatório com álcool frequentemente
5 – Tomar bebidas alcoólicas com frequência (mais de 2 vezes por semana )
6 – Ter o intestino preso
7 – Ficar muitas horas sem se alimentar
8 – Respirador pela boca
9 – Ter diabetes
10 – Sentir minha boca seca com frequência
11 – Não usar fio dental com frequência
12 – Não higienizar a língua durante a escovação provacando o esbranquiçamento da mesma. (saburra lingual) 

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Prevenção Câncer Bucal

Em 03/07/2014

Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.* 
Fumo - A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes. 
Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado. 
Mascar tabaco - O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal. 
O melhor a se fazer é não fumar nem usar  quaisquer outros produtos derivados do tabaco.   Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

* Instituto Nacional do Câncer, "O que você deve saber sobre o câncer de boca." Última revisão, 28 de set. 1998. (1) Compêndio da Educação Contínua em Odontologia 

1[Compendium of Continuing Education in Dentistry] , Vol. 19, #1 outono, 2000. 

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XEROSTOMIA OU BOCA SECA

Em 25/06/2014

Boca seca [xerostomia] significa que você não produz saliva o suficiente para manter sua boca úmida. 
Todos nós podemos ter a boca seca, vez ou outra, especialmente se estamos apreensivos, tristes ou sob estresse. Mas, se você tem a boca seca sempre ou a maior parte do tempo, isto pode ser desconfortável, causando problemas de saúde mais sérios ou ainda indicar a existência de uma doença mais grave. Isto porque a saliva faz mais do que simplesmente manter a boca úmida - ela ajuda a digerir o alimento, proteger os dentes das cáries, prevenir infecções ao controlar as bactérias da boca e tornar possível a mastigação e a deglutição. 
Há várias razões que levam as glândulas que produzem saliva, chamadas de glândulas salivares, não funcionarem adequadamente. São elas: 
• Efeitos colaterais de alguns medicamentos - Mais de 400 remédios podem causar boca seca, incluindo anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão. 
• Doenças - Doenças que afetam as glândulas salivares, tais como diabetes, doença de Hodgkins, mal de Parkinsons, HIV/AIDS e síndrome de Sjögren, podem causar boca seca. 
• Radioterapia - As glândulas salivares podem ser danificadas se sua cabeça ou pescoço forem expostos à radiação durante o tratamento de câncer. A perda da saliva pode ser total ou parcial, permanente ou temporária. 
• Quimioterapia - Drogas utilizadas no tratamento contra o câncer podem tornar a saliva mais espessa, ou mais viscosa, causando a sensação de secura na boca. 
• Menopausa - Mudanças nos níveis de hormônios afetam as glândulas salivares, deixando as mulheres durante e após a menopausa com uma sensação constante de secura na boca. 
• Fumo - Muitos fumantes de cachimbo, charuto e cigarro apresentam boca seca. 
 

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Diabetes x Odontologia

Em 30/05/2014

  Existe uma ligação entre a gengivite e a diabete?

  As pesquisas mais recentes sugerem que há uma ligação entre a gengivite e a diabete. Embora já se saiba que os diabéticos têm maior chance de desenvolver doença periodontal, novos estudos indicam que a gengivite crônica pode ser um fator de risco para a diabete.

  O relatório do Ministério da Saúde sobre saúde bucal afirma que a saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes , use fio dental e consulte o dentista regularmente. 

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