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Clínica Odontológica em Campinas Odonthos | Dentistas em Campinas

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A Clínica Odonthos oferece tratamentos Dentários e Faciais com equipamentos de última geração, com uma equipe de profissionais que proporcionam eficência e conforto.

 

Aparelhos ortodônticos autoligados de porcelana

Em 21/05/2016

Tratamento ortodôntico com aparelhos autoligados de porcelana

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Bruxismo Diurno

Em 01/05/2016

 Bruxismo do sono é um distúrbio do sono caracterizado pelo apertar e ranger dos dentes, de forma involuntária,  com aplicação de forças excessivas sobre a musculatura mastigatória. A palavra bruxismo do sono vem do grego brycheinm, que significa ranger dos dentes.

O bruxismo diurno é diferente do bruxismo noturno ou do sono. Assim, o bruxismo diurno é caracterizado por uma atividade semivoluntária da mandíbula, de apertar os dentes enquanto o indivíduo se encontra acordado, onde geralmente não ocorre o ranger de dentes, e está relacionado a um tique ou hábito. Já o bruxismo do sono é uma atividade inconsciente de ranger ou apertar os dentes, com produção de sons, enquanto o indivíduo encontra-se dormindo.

O bruxismo do sono é um problema que afeta sobretudo as crianças podendo também afetar os adultos.

O ranger provoca um desgaste nos dentes que pode afetar a integridade dos mesmos e comprometer a saúde bucal. O bruxismo do sono também "força" e cria tensões ao nível das articulações temporomandibulares (ATM) que pode causar desgastes e eventuais problemas.

As causas do bruxismo do sono são multifatoriais e ainda pouco conhecidas. A má oclusão dentária e tensão emocional podem estar relacionadas a este distúrbio. 
O ruído característico do ranger dos dentes, desgaste dentário, hipertrofia dos músculos mastigatórios e temporais, dores de cabeça, disfunção da articulação temporomandibular, má qualidade de sono e sonolência diurna estão entre as principais manifestações clínicas do bruxismo do sono.

O diagnóstico é feito pela observação de um desgaste dentário anormal, ruídos de ranger de dentes durante o sono e desconforto muscular mandibular.

A polissonografia registra os episódios de ranger dos dentes, permitindo identificar alterações do sono e microdespertares. As alterações predominam no estágio 2 do sono não REM e nas transições entre os estágios.

A polissonografia permite ainda o diagnóstico de outros distúrbios do sono, tais como ronco, apnéia do sono, movimentos periódicos dos membros, distúrbio comportamental do sono REM e outros.

O tratamento deve ser individualizado para cada paciente. Como o bruxismo do sono tem causas variadas, o tratamento também segue na mesma direção. O uso de placas orais moles (silicone) ou duras (acrílico) visa a proteção dos dentes prevenindo o desgaste dentário ou fraturas durante o sono. Geralmente se faz necessário abordagem psicoterápica, odontológica, farmacológica e suas combinações, de acordo com o perfil do paciente.

Aplicações locais de toxina botulínica nos músculos envolvidos têm sido utilizadas em casos de bruxismo do sono que não respondem ao tratamento convencional.

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Bruxismo na infância

Em 01/05/2016

 O problema é comum em crianças, segundo Paulo Breinis, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, sendo que ele ocorre em 40% das crianças na segunda infância. “O bruxismo é quase sempre uma patologia infantil. É difícil ocorrer em adultos”, disse.

Se a criança sofrer de bruxismo, normalmente terá o problema nas épocas do nascimento e da troca dos dentes, pois ela começa a forçar para ajeitá-los, de acordo com Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Brasil Smiles. “A troca dos dentes acontece, primeiro, aos 5 ou 6 anos. Depois, aos 7 ou 8 anos. Dos 9 aos 10 anos, todos os dentes já nasceram”, afirmou.

Mas os pais não devem ficar tão preocupados com o bruxismo nessas idades, porque os dentes são de leite, então o esmalte que foi desgastado será trocado. No entanto, a criança pode usar um aparelho ortodôntico feito de resina para melhorar o problema. O dentista não recomenda o uso de placa nos pequenos, porque a dentição ainda não se formou: “Na transição de dentição, não dá para colocar placa porque ela é fixa. Já o aparelho acompanha o movimento dos dentes”.

A manutenção desse aparelho é periódica, sendo feita de 20 em 20 dias ou mensalmente.

 

Bruxismo é problema comum durante  a infância (Foto: Shutterstock)

Bruxismo é problema comum durante a infância (Foto: Shutterstock)

Apesar de o problema não ser sério, o bruxismo pode desencadear a disfunção de ATM (articulação temporomandibular), que ocorre quando essa articulação é deformada e desgastada pela força da mordida, segundo Alexandre.“Não tem cura. A única cura é a prevenção para estabilizar o quadro. Se isso não ocorrer, uma cirurgia pode ser feita”, contou o dentista.

A prevenção ao bruxismo, que desencadeia a disfunção de ATM, pode ser feita retirando mamadeiras e chupetas, pois elas podem modificar a posição dos dentes e, na ânsia de arrumá-la, a criança os aperta. “Outros fatores que podem desencadear o bruxismo são respiração bucal, desvio de septo, hereditariedade e alimentos que exigem muito da mastigação, como balas e chicletes, que modificam a posição dos dentes”, informou o dentista.

Segundo o neuropediatra, ninguém sabe qual o processo fisiológico responsável pelo bruxismo, mas o dentista declarou que sobrecarregar a criança com tarefas pode causar o apertar de dentes, pois o pequeno ficado estressado.

O estresse atinge pessoas de todas as idades, mas o neuropediatra acredita que o bruxismo ocorre mais em crianças porque a patologia faz parte dos distúrbios do sono, comum na infância. “Assim como uma pessoa faz xixi na cama e é sonâmbula quando pequena, ela tem bruxismo e depois para”.
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DORES NEUROPÁTICAS

Em 21/02/2016

 

Dor neuropática

 
 

A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. 

Essa dor pode ser conseqüência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna.

Características da dor neuropática 

A dor neuropática se manifesta de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas, choques. Pode ser acompanhada ou não de “formigamento” ou “adormecimento” (sensações chamadas de parestesias) de uma determinada parte do corpo. 

Como no sistema nervoso existem fibras “finas” e fibras “grossas”, as características das dores podem identificar qual o tipo de fibra que está acometida. Nas lesões de fibras finas geralmente predominam as dores em queimação, aperto e peso. Nas lesões de fibras grossas são mais comuns as dores em pontadas, agulhadas e choques. Existe, ainda, situações em que existem ambos os tipos de dores, isto é, dores de fibras finas e grossas ao mesmo tempo, sendo chamadas de dores mistas. 

Quando somente um trajeto nervoso está comprometido pela doença, por isso chamado de mononeuropatia, a dor é bem localizada, podendo afetar um lado do corpo ou da região (por exemplo, um lado da perna, do tórax, da face, etc.). Às vezes, mais de um nervo pode estar envolvido no processo, causando dores em mais de um segmento do corpo (mononeuropatia múltipla). 

Quando vários nervos estão alterados ou danificados, ou seja, nas polineuropatias, a dor aparece de forma difusa, generalizada, podendo provocar dor no tronco, nos braços e pernas ao mesmo tempo. 

A dor pode ser contínua (estar presente durante todo o tempo) ou intermitente (em crises, surgindo em horários intercalados). A intensidade da dor varia de fraca a intolerável, dependendo do estágio da doença e do grau de comprometimento dos nervos.

Fatores desencadeantes

Doenças infecciosas – causadas por bactérias ou vírus que podem afetar os nervos pela liberação de toxinas ou pela degeneração provocada pela presença do microorganismo. Podem determinar dores agudas ou dores que persistem após a resolução do processo infeccioso, como, por exemplo, a neuralgia pós-herpética causada pelo vírus Herpes varicela zoster, vulgarmente conhecido como “cobreiro”. 

Traumas – em trajetos nervosos por acidentes, fraturas ou cirurgias que levam a dores agudas de grande intensidade no período de convalescença ou no pós-operatório, as quais podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas adequadamente. 

Diabetes mellitus – na fase degenerativa, pode lesar a capa que reveste os nervos (chamada de “bainha de mielina”), provocando a neuropatia diabética. 

Acidentes – que afetem a coluna, determinando lesões da medula, podendo causar dor intensa e persistente. 

Alcoolismo, deficiência nutritiva e de certas vitaminas – afetam a função nervosa de forma significativa desencadeando um quadro de dor.

Tratamento

O tratamento da dor neuropática varia de acordo com a doença e o estágio em que ela se encontra. O objetivo é tratar especificamente do nervo, ou a doença que está lesando o nervo indiretamente e/ou a dor oriunda dessas lesões ou visar somente o alívio da dor. Os medicamentos comumente usados são: 

Anticonvulsivantes – substâncias usadas para tratar epilepsia (gabapentina, carbamazepina, lamotrigina) que atuam diminuindo a atividade elétrica dos nervos ou inibindo a passagem das dores por determinadas vias nervosas. 

Anestésicos – como a cetamina e ropivacaína, que também diminuem a atividade elétrica dos nervos. 

Antidepressivos – como a amitriptilina e imipramina, que estimulam certas partes do sistema nervoso que vão inibir a passagem das dores, além de atuar na depressão que geralmente acompanha a neuropatia ou qualquer dor na fase crônica. 

Os anticonvulsivantes e os antidepressivos são administrados por via oral e os anestésicos, pelas vias oral, intravenosa e peridural (na medula espinhal). No caso das medicações usadas pela via oral, os resultados de melhora começam a ser sentidos após duas ou três semanas de tratamento e depois de reajustes progressivos nas dosagens. Esses medicamentos costumam, no início, provocar sonolência, tonturas, sensação de cabeça vazia e boca seca, as quais cedem dentro de cinco a sete dias.
Quando se faz uso de medicamento por via intravenosa (infusão pela veia), há necessidade de hospitalização por uns dias, para se controlar melhor as reações. Durante o tratamento, podem ocorrer efeitos colaterais, geralmente mais acentuados no início, que tendem a amenizar com a continuidade da terapia. A persistência com o tratamento é muito importante para se obter bons resultados. 

Cirurgia: Para alguns tipos específicos de dores neuropáticas o médico pode indicar algum tipo de tratamento cirúrgico sobre o nervo ou na medula espinhal ou até em nível cerebral (exemplos: implantes de eletrodos, estimuladores que funcionam como marca-passos do coração). 

O tratamento objetiva a cura da doença e, quando não for possível, o alívio do sofrimento do paciente. Vale lembrar que o controle adequado da dor favorece o paciente em vários aspectos: melhora as atividades diárias, proporciona sono tranqüilo e reparador, aumenta a capacidade para o trabalho, estimula o apetite sexual e de lazer e melhora a auto-estima. Enfim, melhora a qualidade de vida.

Orientações gerais

• É aconselhável buscar orientação médica; 

• Quando mais informações você tiver em relação ao seu problema, mais chances de um bom resultado você terá; 

• Tome as medicações nos horários recomendados, sem alterar as dosagens; 

• Pode ser que o tratamento seja de longa duração, porém, não desanime, procure seguir rigorosamente as orientações da equipe (médico, enfermeiro, etc). 

Lembre-se: O sucesso do tratamento depende muito de você.

 

Exemplos de doenças ou lesões que provocam dores neuropáticas: 

• Neuralgia do trigêmio. 

• Neuralgia do glossofaríngeo (nervo da língua e garganta). 

• Neuralgia facial atípica. 

• Neuralgia traumática (após acidentes). 

• Neuralgia incisional (de cicatrizes). 

• Radiculalgia pós-laminectomia (por cicatriz após cirurgia de hérnia de disco). 

• Neurite ou polineurite diabética. 

• Plexalgia ou plexite após radioterapia. 

• Tumores comprimindo nervos. 

• Síndrome talâmica (após derrames cerebrais em áreas específicas). 

• Disestesia do paraplégico (após lesões completas ou incompletas da medula espinhal).

 

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laserterapia em odontologia

Em 14/01/2016

 LASERTERAPIA EM ODONTOLOGIA ODONTHOS CAMPINAS

O laser é uma fonte de luz com vários comprimentos de onda que lhe conferem propriedades terapêuticas, portanto, possuem ação anti-inflamatória, analgésica e bioestimulante. Atualmente devemos considerar o laser um auxiliar terapêutico indispensável ao consultório odontológico. De um modo geral, o laser terapêutico tem uma série de indicações e pode ser usado isoladamente ou como coadjuvante de outros tratamentos, sempre que se necessite de um efeito local ou ainda quando se necessite de um efeito terapêutico geral.

Algumas aplicações e indicações do laser terapêutico na odontologia:

Alívio da dor: promove o alívio de dores de diversas etiologias, dores de origem pulpar, dores nevrálgicas, dores em tecido mole, mialgias, dores de pré e pós-operatório, entre outras aplicações.

Reparação tecidual: promove uma reparação tecidual mais rápida em caso de lesões traumáticas.

Redução de edema ou inchaço: indicado na aplicação do pós-operatório de procedimentos periodontais (inflamações gengivais e dos tecidos de sustentação dos dentes), bem como de outras cirurgias orais menores.

Alívio da hipersensibilidade dentária.

Paralisia facial.

Herpes labial.

Aftas.

Alveolite: infecção ou inflamação do alvéolo pós-extração dentária.

Exodontia: pós-extração dentária.

Nevralgia do trigêmeo.

Periodontite.

Dores na articulação temporo-mandibular.

A tendência da odontologia é a incorporação de métodos menos invasivos com a finalidade de minimizar a dor e o desconforto durante e após as intervenções odontológicas. Por isso, acredita-se que a Laserterapia seja uma excelente opção de tratamento, já que apresenta efeitos antiinflamatórios e analgésicos, além de estimular o crescimento e a regeneração celular.

Abaixo, foto do aparelho DMC PHOTON LASE III usado na odonthos odontologia campinas-sp
 
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Classificação Angle (Classe I, Classe II e Classe III)

Em 13/12/2015

 
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