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Clínica Odontológica em Campinas Odonthos | Dentistas em Campinas

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A Clínica Odonthos oferece tratamentos Dentários e Faciais com equipamentos de última geração, com uma equipe de profissionais que proporcionam eficência e conforto.

 

HIPERSENSIBILIDADE DENTINÁRIA(DENTES SENSÍVEIS)

Em 19/01/2015

 Os estímulos mais comuns nos dentes sensíveis podem ser:
  • Alimentos e bebidas frias, quentes, ácidos ou doces.
  • Ar frio.
  • Alguns procedimentos odontológios.
Se esses estímulos lhe causam dor, você não está sozinho, pois 57% dos adultos sofrem de dentes sensíveis.

Qual é a causa da hipersensibilidade dentinária?
A recessão gengival é a principal causa da hipersensibilidade dentinária.

Folheto: Hipersensibilidade
A gengiva retrai por diversas razões, como excesso de força na escovação, avanço da idade, doença periodontal, ou mesmo exposição a alimentos e bebidas ácidas.

Quando a gengiva retrai, pequenos orifícios na raiz do dente, chamados de túbulos dentinários, ficam expostos e abertos.

Estes túbulos dentários levam diretamente ao nervo do dente e podem causar dor.

Por que tratar a hipersensibilidade dentinária?
Ignorar os dentes sensíveis, além de lhe privar de um simples sorvete, pode levar a outros problemas bucais. A dor causada pela hipersensibilidade dentária pode fazer com que você não escove seus dentes adequadamente, aumentando o risco de cárie dentária e doenças gengivais.

Folheto: HipersensibilidadeComo agem os cremes dentais para dentes sensíveis?
A maioria dos cremes dentais para dentes sensiveis é baseada em sais de potássio, na forma de nitrato de potássio, citrato de potássio ou cloreto de potássio. Eles agem no sintoma e não na causa da sensibilidade. Além disso, podem levar semanas para promover alívio significativo.

A tecnologia que utiliza a Arginina e Carbonato de Cálcio age imediatamente na causa da sensibilidade promovendo alívio duradouro.

Se você acha que tem dentes sensíveis, é importante que você fale com seu dentista o mais rápido possível para o correto diagnóstico. Ele poderá identificar a verdadeira causa do seu problema.

Se voce sentir uma dor aguda, curta, ao tomar algo gelado ou quente, você pode ter dentes sensíveis.

Como prevenir
  • Fazer uma correta higiene oral, evitando doenças periodontais e assim a retração da gengiva.
  • Evitar a ingestão de alimentos e bebidas com conteúdo ácido.
  • Usar escovas com cerdas extra-macias e escovar os dentes com suavidade, sem pressão excessiva.
  • Usar cremes dentais que contenham agentes dessensibilizantes.
  • Visite seu dentista para o correto diagnóstico e tratamento.
Se esses estímulos lhe causam dor, você não está sozinho, pois 57% dos adultos sofrem de dentes sensíveis.
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Mau Hálito

Em 19/01/2015

 Folheto: Mau Hálito

Folheto: Mau Hálito

A halitose não é uma doença, mas um sintoma de que algo não vai bem no organismo. Por isso, é fundamental determinar a causa do odor desagradável na boca, para introduzir o tratamento que, às vezes, pode exigir a participação de especialistas em diferentes áreas.

Folheto: Mau HálitoCausas

  • Má conservação dos dentes, inflamação da gengiva, pedaços de alimentos retidos entre os dentes, abscessos.
  • Menor produção de saliva (por isso, o odor matinal é sempre mais forte do que os que ocorrem durante o dia).
  • Ressecamento da boca decorrente de jejum prolongado, desidratação, exposição ao ar condicionado, estresse, uso de certos medicamentos, assim como respirar pela boca e falar por muito tempo.
  • Presença de saburra lingual, isto é, de uma placa bacteriana esbranquiçada, amarelada ou amarronzada, que se forma sobre a língua.
  • Consumo excessivo de álcool.
  • Infecções como amidalites, sinusites, etc.
Como tratar esse problema?
Escove bem os dentes pelo menos três vezes ao dia e use fio dental diariamente para remover a placa bacteriana e as partículas de alimento que se acumulam. Lembre-se também de escovar a língua.

Se você utiliza dentadura, remova-a antes de dormir e limpe-a bem antes de recoloca-la de manhã. Visite seu dentista regularmente para fazer revisões e limpezas em seus dentes.

Se o seu mau hálito persistir mesmo após estas medidas, consulte seu dentista, já que isso pode ser a indicação da existência de um problema mais sério. Só o dentista poderá dizer se você tem gengivite, boca seca ou excesso de placa bacteriana, que são as causas mais frequentes do mau hálito.

Folheto: Mau HálitoRecomendações
  • Beba bastante água, pelo menos dois litros por dia, para manter a boca sempre umedecida.
  • Evite permanecer muitas horas sem alimentar-se; o jejum prolongado favorece o aparecimento da halitose.
  • Capriche na higiene bucal. Quando escovar os dentes, use também o fio dental e passe a escova especialmente na região posterior da língua.
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Como manter seus dentes brancos

Em 19/01/2015

 Como manter meu novo Sorriso Branco?

 

Com o passar do tempo, a exposição a alimentos, bebidas (especialmente café, chá, refrigerante e vinho tinto) e fumo gradualmente escurecerá os dentes recentemente clareados. Mas existem medidas que podem ser tomadas para manter seu sorriso. O pequeno esforço investido em mantê-los brilhantes ao máximo, não é nada se comparado ao dinheiro e/ou tempo necessários ao tratamento de clareamento dos dentes.

Veja baixo algumas dicas para manter seus dentes brancos:

  • Use creme dental branqueador para a remoção de manchas e prevenir o amarelamento dos dentes.
  • Escove ou enxágüe os dentes imediatamente após consumir alimentos ou bebidas que possam manchá-los.
  • Use um canudo para consumir bebidas que possam manchar os dentes, como por exemplo: café, chá, refrigerantes e vinho tinto.
  • Use batom de tonalidade brilhante baseada no azul ou cor-de-rosa. O que confere uma aparência mais branca aos dentes. Evite usar tons alaranjados ou marrons.
  • Verifique se seus dentes necessitam de retoque. Dependendo do método de clareamento usado, um retoque após seis meses, um ano ou dois pode ser necessário. Caso você fume ou beba muito café, talvez precise de um retoque com mais freqüência.
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Como é realizado o clareamento de dentes?

Em 19/01/2015

Há muitas maneiras de clarear os dentes, de creme dental com ação clareadora e outros produtos que removem manchas superficiais a custos reduzidos, a técnicas ativadas por luz executadas no consultório de um dentista e que podem custar em torno de R$ 1.000 ou mais dependendo do profissional.

Todas as técnicas de clareamento são realizadas de uma dessas duas maneiras:

  1. Procedimentos clareadores que modificam a cor natural dos dentes, deixando-os com tons de cinco a sete vezes mais claros. Tanto o clareamento realizado no consultório (assistida) quanto aquele realizado em casa (moldeira) utilizam alvejantes. Os princípios ativos mais freqüentemente contidos nos alvejantes são o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio a concentrações de 10 a 22%, que ajudam na remoção tanto das manchas superficiais quanto das profundas. Há diferenças de custo entre os diferentes procedimentos:

    • Uma sessão de clareamento ativada por luz no consultório do dentista, às vezes chamadas clareamento assistido (clareamento no consultório), produzem resultados nos dentes muito mais brancos, instantaneamente. Porém, após um ano comendo e bebendo normalmente (café, chá, refrigerantes), seus dentes perdem ligeiramente a cor e novas manchas aparecem. Para ter seus dentes brancos novamente você deverá repetir a sessão de clareamento ativado por luz.
    • Uma moldeira personalizada criada pelo seu dentista para clarear os dentes em casa,  deve ser usada durante muitas horas durante o dia, ou durante a noite por duas semanas. Quando você observa novas manchas, deve apenas usar a moldeira novamente por uma ou duas noites para removê-las.
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  2. Procedimentos não clareadores funcionam por ação física e/ou química para ajudar a remover manchas superficiais. Todas os cremes dentais recaem no uso de um leve desgaste para remoção de manchas superficiais entre consultas odontológicas. Cremes dentais clareadores contêm agentes químicos ou polidores para promover a remoção adicional das manchas. Uma limpeza profissional feita por uma dentista ou higienista também envolve desgaste para remoção de manchas mais externas causadas por alimentos ou tabagismo.
Cada um responde de maneira diferente a cada tipo de clareamento. Algumas pessoas respondem bem aos cremes dentais clareadores, enquanto outras, com dentes acinzentados ou outro tipo grave de descoloração, necessitam de facetas laminadas de porcelana(abordados ainda nessa sessão) para obter os sorrisos que sempre desejaram. Apenas seu dentista ou higienista podem determinar o que é melhor para você. 
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Aparelho fixo Odontológico Autoligado ou Autoligante

Em 15/01/2015

No início da década de 1990 surgiu uma nova proposta de aparelhos ortodônticos pré?ajustados, cujo objetivo principal era diminuir o atrito existente entre o fio e a canaleta do braquete – fricção clássica.

Tal aparelho deveria manter as características dos aparelhos previamente existentes, apresentar fácil manuseio e maior conforto ao paciente e ao profissional. Estes aparelhos propunham algumas vantagens sobre os aparelhos ligados que, após mais de duas décadas de experiência clínica e científica, devem ser questionadas na atualidade, tais como: proposta não extracionista, controle tridimensional dos dentes (controle rotacional) e tempo de tratamento ortodôntico.

Para compreender melhor estes tópicos, o ortodontista deve ter em mente que todos os aparelhos autoligados apresentam o mesmo princípio, que é reduzir os níveis de fricção existentes entre o fio ortodôntico e a canaleta do braquete, trabalhando com baixos níveis de força na mecânica de deslizamento.

Nas técnicas que utilizam a mecânica de deslizamento, o tratamento ortodôntico pode ser dividido em quatro fases: alinhamento, nivelamento, fechamento de espaços e detalhes do acabamento.

Os aparelhos autoligados apresentam bom desempenho com o sistema de deslizamento na fase de alinhamento e nivelamento. Nesta fase, o fio trabalha livre na canaleta dos braquetes, evitando que ocorra a fricção clássica provocada pelas ligaduras metálicas ou elásticas.

Na fase do fechamento de espaços, o fio desliza nos braquetes e tubos bucais dos dentes posteriores, não existindo diferença significativa entre os dois aparelhos (ligados e autoligados).

Outro tema que deve ser questionado acerca dos aparelhos autoligados é sobre o controle tridimensional (rotações) dos dentes: nos aparelhos ligados, a correção das rotações se inicia com os fios redondos de calibres finos, desde o início do tratamento, uma vez que as ligaduras elásticas ou metálicas pressionam o fio sobre o fundo da canaleta do braquete. Os aparelhos autoligados fazem a correção das rotações utilizando-se fios retangulares, que será finalizada ao se instalar o fio de calibre total no sentido horizontal. Tais princípios são importantes e o profissional deve ficar atento a estas diferenças, que podem acarretar tempo adicional ao tratamento ortodôntico.

As propostas não extracionistas, de forma geral, devem ser questionadas com relação aos princípios básicos da forma de arcos, inclinação de incisivos inferiores e oclusão funcional. Entende-se que estes princípios devem estar incorporados para se obter a estabilidade oclusal no tratamento ortodôntico.

Com relação ao tempo de tratamento, há que se entender que as mecânicas ortodônticas aplicadas e a função biológica geral devem estar em sincronia nos tratamentos, pois muitas vezes a estabilidade pode ser comprometida em função disto. O tempo do tratamento está diretamente ligado às respostas morfológicas dentárias para a obtenção da estabilidade ao fim do tratamento ortodôntico.

Concluindo, considera-se que o aparelho autoligado é um dos maiores avanços da ciência ortodôntica contemporânea, podendo contribuir com o profissional e com o paciente, mas alguns princípios básicos da ciência ortodôntica devem ser considerados, tais como: etapas de tratamentos, controle tridimensional dos dentes (principalmente o torque), extrações, tempo de tratamento e estabilidade, para que se possa obter uma boa oclusão funcional com estética agradável no final do tratamento ortodôntico.
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PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS

Em 15/01/2015

 1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

Durante a consulta, avalie a limpeza geral da clínica e dos profissionais que o atenderão, assim como se os materiais são devidamente esterilizados antes de irem à sua boca, mesmo quando no ato da avaliação clínica. Exija que o(a) profissional que lhe atenda esteja fazendo uso de luvas de procedimento. Todo cuidado com a saúde é pouco!
1. Qualquer um pode ter implante? 

Não. Crianças menores de 16 anos, pessoas que fumam em excesso, portadores de doenças crônicas (ex: diabetes, hipertensão e cardiopatias graves )e que não estão sob tratamento e acompanhamento médico/ medicamentoso, assim como aqueles que estão em tratamento contra o câncer, hepatite ou osteoporose, não são indicados para fazer implante dentário. 
Os pacientes crônicos devem estar “compensados” para que possam proceder com a intervenção, com segurança.

2. O que acontece se eu continuar sem a prótese? 
Os dentes que estão ao lado do espaço vazio começarão a se inclinar para ocupar o lugar do que falta. Quem não tem dente nenhum percebe que a estrutura do queixo vai se aproximando do nariz. A falta de dentes também faz a pessoa comer alimentos mais cremosos e calóricos.

3. O que causa a perda do dente? 
Na maioria dos casos temos a cárie, principalmente em pessoas com menos de 35 anos e problemas na gengiva e no osso (periodontite) causados pela falta ou ineficácia da higienização bucal (além de causas genéticas) que podem levar à perda de dentes. Pacientes diabéticos (ou histórico familiar) ou cujos pais perderam seus dentes por amolecimento espontâneo, devem procurar a Implantotal para uma “avaliação de saúde bucal”. 

4. O que fazer antes da cirurgia? 
A implantotal preconiza um protocolo de procedimentos, pré e pós cirúrgicos, que contemplam: Exames complementares (Rx Panorâmico, tomografia e exames de sangue), medicamentos (anti-inflamatórios, analgésicos e antibióticos) e orientações sobre aplicação de gelo, repouso e alimentação adequada.

5. Vou sentir dor na operação? 
Não. Todos os procedimentos acontecem sob anestesia e, mesmo assim, com muita técnica e com o mínimo de agressão aos tecidos. O paciente estará liberado para trabalhar em 24 horas, na maioria dos casos.

6. Se perder um dente, devo colocá-lo depois de quanto tempo? 
Procure a Implantotal o mais rápido possível. Durante a consulta, pode-se perceber que o paciente não tem estrutura óssea suficiente para a realização do implante, o que é comum em quem perdeu os dentes há muito tempo. Nesses casos, a solução é um enxerto de osso para preencher o que falta, procedimento mais comum do se imagina.
 
7. Quanto custa fazer um implante? 
Cada paciente é um caso clínico diferente. Para que se possa saber, exatamente, em que consiste seu tratamento e por consequência quanto vai custar, é fundamental que seja feita uma criteriosa avaliação clínica e/ou radiográfica.

8. Como me protejo de ir parar numa clínica sem qualidade? 
Se possível procure conversar com alguém que você conheça e que  já se tratou por lá. Procure saber se a clínica é devidamente registrada no C.R.O (Conselho Regional de Odontologia) do seu Estado, se possui um site que informe o nome e registro dos seus dentistas, e se possui alvará de funcionamento (informações que também devem estar expostas na recepção da clínica ou consultório). 

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