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A Odonthos é uma Clínica Odontológica Integrada em Campinas que realiza diagnósticos e tratamentos dentários, faciais e de gengivas com equipamentos de última geração. A Odonthos oferece diversas áreas odontológicas, com profissionais qualificados em próteses, implantes, saúde bucal, entre outros serviços.

 

Prevenção Câncer Bucal

Em 03/07/2014

Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.* 
Fumo - A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes. 
Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado. 
Mascar tabaco - O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal. 
O melhor a se fazer é não fumar nem usar  quaisquer outros produtos derivados do tabaco.   Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

* Instituto Nacional do Câncer, "O que você deve saber sobre o câncer de boca." Última revisão, 28 de set. 1998. (1) Compêndio da Educação Contínua em Odontologia 

1[Compendium of Continuing Education in Dentistry] , Vol. 19, #1 outono, 2000. 

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Tags: Prevenção Câncer Bucal Odontologia preventiva Cambuí Campinas-SP 

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XEROSTOMIA OU BOCA SECA

Em 25/06/2014

Boca seca [xerostomia] significa que você não produz saliva o suficiente para manter sua boca úmida. 
Todos nós podemos ter a boca seca, vez ou outra, especialmente se estamos apreensivos, tristes ou sob estresse. Mas, se você tem a boca seca sempre ou a maior parte do tempo, isto pode ser desconfortável, causando problemas de saúde mais sérios ou ainda indicar a existência de uma doença mais grave. Isto porque a saliva faz mais do que simplesmente manter a boca úmida - ela ajuda a digerir o alimento, proteger os dentes das cáries, prevenir infecções ao controlar as bactérias da boca e tornar possível a mastigação e a deglutição. 
Há várias razões que levam as glândulas que produzem saliva, chamadas de glândulas salivares, não funcionarem adequadamente. São elas: 
• Efeitos colaterais de alguns medicamentos - Mais de 400 remédios podem causar boca seca, incluindo anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão. 
• Doenças - Doenças que afetam as glândulas salivares, tais como diabetes, doença de Hodgkins, mal de Parkinsons, HIV/AIDS e síndrome de Sjögren, podem causar boca seca. 
• Radioterapia - As glândulas salivares podem ser danificadas se sua cabeça ou pescoço forem expostos à radiação durante o tratamento de câncer. A perda da saliva pode ser total ou parcial, permanente ou temporária. 
• Quimioterapia - Drogas utilizadas no tratamento contra o câncer podem tornar a saliva mais espessa, ou mais viscosa, causando a sensação de secura na boca. 
• Menopausa - Mudanças nos níveis de hormônios afetam as glândulas salivares, deixando as mulheres durante e após a menopausa com uma sensação constante de secura na boca. 
• Fumo - Muitos fumantes de cachimbo, charuto e cigarro apresentam boca seca. 
 

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Tags: Boca seca  falta de salivação xerostomia  Cambuí-Campinas-SP 

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Como escolher seu creme dental

Em 18/06/2014

Saber escolher o creme dental é importante para a saúde dos dentes
Dentes brancos e bem cuidados são um dos sinais mais evidentes de boa saúde. 
Prepare-se para escová-los bem e fazer do creme dental um aliado poderoso. Quando aplicado corretamente com a escova dental, ele limpa os dentes, remove a placa bacteriana, confere polimento às superfícies e restaurações dentais e, de quebra, combate o mau hálito.
É difícil escolher a melhor opção diante de tantas ofertas na prateleira do supermercado, certo? "A rigor não existe um produto que supere o outro em eficiência e segurança, dentro da sua indicação (anticárie, antitártaro, antiplaca, entre outros)", avisa o dentista Heitor Panzeri, consultor do Departamento de Avaliação de Produtos Odontológicos da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da USP.
"A principal condição é que as substâncias usadas na formulação sejam compatíveis umas com as outras, para evitar que percam suas atividades", alerta Panzeri. Por isso, a melhor orientação virá do seu dentista. É ele que vai dizer o que merece uma atenção especial, assim ficará mais fácil descobrir qual princípio ativo procurar na pasta de dente. 
É comum encontrar no mercado um creme dental específico para cada finalidade. "A especificidade é muito difícil, porque um mesmo produto também têm vários benefícios. Por exemplo, pode ter ação anticárie principalmente pela presença do flúor, mas ele não deixa de ter ação antiplaca", explica o professor da USP.

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Tags: Creme dental dentifrício pasta de dente saúde bucal  Cambuí-Campinas-SP 

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Problemas Cardíacos e Odontologia

Em 13/06/2014

  Existe alguma ligação entre gengivite e problemas cardíacos?
 Em geral, os dados indicam que a gengivite crônica pode contribuir para o desenvolvimento de problemas cardíacos. Como isso acontece? A gengivite é uma infecção bacteriana que pode ter efeitos à distância da sua boca. Com relação a problemas cardíacos, há uma teoria que diz que a gengivite permite às bactérias entrarem na corrente sangüínea e aderir aos depósitos de gordura existentes nos vasos do coração. Isto pode causar coágulos e provocar um problema cardíaco.

 O relatório do Ministério da Saúde dos Estados Unidos sobre saúde bucal afirma que a saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes, use fio dental e vá ao dentista regularmente.

 Com relação à saúde bucal, existem recomendações especiais para quem tem problemas cardíacos? 
 Para uma perfeita saúde bucal, você deve:

 Manter sua boca saudável. Isto é, escovar os dentes, usar fio dental diariamente e consultar o dentista regularmente;
Informe seu dentista a respeito de seu problema de saúde geral;
Siga com cuidado as instruções do dentista e de seu médico e use os medicamentos - como antibióticos, por exemplo - de acordo com as indicações.
 Os procedimentos dentários oferecem algum risco a quem tem problemas do coração? 
Se você tiver certos problemas cardíacos, existe a possibilidade de você desenvolver uma endocardite bacteriana, uma infecção do revestimento interno do coração ou das válvulas. Um sangramento na boca pode permitir que certas bactérias bucais entrem no sistema sangüíneo e atinjam as válvulas ou tecidos que foram enfraquecidos por um problema cardíaco préexistente. Nesses casos, a infeção pode danificar ou mesmo destruir as válvulas e os tecidos do coração.
 Há precauções que você deve tomar se estiver enquadrado em algum dos itens abaixo:

• Válvulas artificiais;
• Histórico de endocardite;
• Defeitos cardíacos congênitos;
• Válvulas cardíacas danificadas por problemas como, por exemplo, febre reumática;
• Prolapso da válvula mitral com sopro;
• Miocardiopatia hipertrófica.

  Não deixe de conversar com seu dentista sobre qualquer problema cardíaco que estiver sentindo e os medicamentos que está tomando. Ele anotará essas informações em seu prontuário e tomará decisões sobre o seu tratamento dentário em conjunto com o seu médico.

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Tags: Odontologia problemas cardíacos cirurgião dentista Cambuí-Campinas-SP 

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Fim do mal Hálito

Em 06/06/2014

O pesquisador israelense Yehuda Finkelstein anunciou ter descoberto a causa da mais severa forma de halitose e também sua cura.  O professor que é do Meir Hospital, em Israel, afirma que as amígdalas são as grandes responsáveis pelo problema em cerca de 90% das pessoas que sofrem de halitose.
Em muitos casos, o mau hálito é causado por uma bactéria anaeróbica que se prolifera em camadas superficiais da gengiva e dentes, liberando gases como o sulfato de hidrogênio. As amígdalas, com seus caminhos tubulares, se tornam o lugar ideal para a proliferação da bactéria anaeróbica. Pessoas com inflamações nas amígdalas podem ter como sintoma o mau hálito, em lugar de dor.  
O tratamento desenvolvido por Finkelstein consiste em uma aplicação de laser, por aproximadamente 15 minutos. O laser vaporiza o tecido infectado e cria uma cicatriz que impede a proliferação da bactéria. Tudo é feito com o paciente acordado, pois um spray anestesia as amígdalas. Na maioria dos pacientes apenas uma sessão é suficiente.
De acordo com o Dr. Ivan Valle, ortodontista da Oralface Institute, de São Paulo, a aplicação do laser  parece eficaz. "O processo é simples. A aplicação do laser gera uma inflamação que estimula a renovação das células.
Forma-se então uma cicatriz que fecha as 'rugas' das amígdalas, diminuindo os nichos onde se acumulam colônias de bactérias e resíduos alimentares em putrefação. Pensem que as amígdalas se assemelham ao maracujá velhinho".
O ortodontista lembra que o mau hálito pode ter também outras causas: cáries, má escovação, falta de fio dental, falta de escovação ou raspagem da língua, além de rinites, sinusites, faringites, laringites, xerostomia
(diminuição de saliva) e até doenças hepáticas ou bronco-pulmonares, gastrite e tabagismo.

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Tags: Halitose mal hálito Cambuí-Campinas-SP 

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AFTA

Em 03/06/2014

A afta ou úlcera aftosa recorrente é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20% da população, caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas na mucosa bucal, as quais podem ser múltiplas ou solitárias.


Costuma ser precedidas por ardência e prurido, bem como pelo surgimento de uma área avermelhada. Nessa área desenvolve-se a úlcera, recoberta por uma membrana branco-amarelada e circundada por um halo vermelho.


  Essas lesões permanecem cerca de 10 dias e não deixam cicatriz; em geral, o período de maior desconforto perdura por dois ou três dias.

Atualmente são reconhecidos três tipos de aftas, sendo a vulgar ou minor a forma mais prevalente. As outras formas são mais raras: uma delas é conhecida como herpetiforme, porque lembra a manifestação do herpes simplex, apresentando um grande número de pequenas ulcerações superficiais arredondadas e agrupadas, que também perduram por cerca de 10 dias; outra forma é chamada afta major, que o nome indica, produz uma ferida maior (com mais de 1 cm. de diâmetro), mais profunda, mais dolorida, mais difícil de tratar e que permanece semanas ou, às vezes, meses.


Não podemos afirmar qual a causa específica da afta. A literatura aponta uma alteração da resposta imunológica como possível causa primária em alguns pacientes e secundária em outros.


  Os ácidos presentes na alimentação, os pequenos traumas à mucosa, distúrbios gastrointestinais, o ciclo menstrual e o estresse emocional agem como fatores desencadeantes. As vezes, o abandono do hábito de fumar, provoca o surgimento de aftas.


  A afta não é contagiosa, pois não é doença infecciosa.

O câncer bucal, ou carcionoma epidermóide, frenquentemente começa como uma lesão ulcerada. Por isso, frente a uma úlcera bucal que não cicatriza dentro de 15 dias, o paciente deve procurar o cirurgião dentista para o diagnóstico da lesão. Além disso, algumas doenças dermatológicas com ocorrência intrabucal, como o lúpus, em certas fases de seu desenvolvimento podem parecer-se com aftas.

A aplicação de substâncias cáusticas, como o formol, sobre as aftas destrói o tecido da região, inclusive as terminações nervosas, o que se faz é substituir a afta por uma queimadura química, que causa injúria a tecidos normais. Não se recomenda tal prática.

Não existe tratamento que seja eficaz para todos os portadores de aftas.
As medicações de uso sistêmico, como os imunodepressores, são mais afetivos na redução dos sintomas, mas possuem efeitos colaterais indesejáveis, às vezes graves, sendo, por isso, reservadas para os casos mais severos da doença, exigindo o acompanhamento atento de um especialista. Para os indivíduos com quadros clínicos mais leves, a melhor abordagem é a aplicação tópica de anti-sépticos, antiinflamatórios e anestésicos.

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Tags: Lesão Aftosa  ulceração saúde bucal Cambuí-Campinas-SP 

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